Primeiramente, gostaria de me desculpar com os meus fãs (haha! quanta presunção) pela tamanha irregularidade com que tenho postado aqui. Não que tenha sido por vontade minha, muito menos, eu não tenha pensado durante este mês que não postei aqui (ainda que esparsas, as atividades mentais existiram); o motivo para a minha não-postagem nesse blog tem quatro letras: UFPR.
Desculpas a parte, gostaria de falar sobre a insatisfação do Poder Judiciário mediante a condutas do Poder Executivo, mas como não entendo nada a respeito do assunto, optei por divagar sobre a adolescência. Aos engraçadões do Zorra Total que já pensaram em aborrecência, temo em adverti-los que a adolescência é tão aborrecente quanto o vosso programa.
Comecemos por definir adolescência, "Ah! Tipo assim meu, adolescência é aquela parada quanto você vai de criança pra adulto, tá ligado? É tipo uma fase, flagra?". Apesar de existirem casos em que a adolescência dure uma vida toda, famosos quarentões, normalmente essa fase é passageira. É nessa fase em que o vocabulário do indivíduo se aprimora (e também sua grosseria), um simples "Te amo mãe" se transforma em um complexo "Pô mãe, não queima meu filme", fenômeno muito comum dentre os afetados, digo, pessoas nessa faixa etária.
Finalizando já para não aborrecê-los, e também para não perder a graça, lembro-lhes que essa fase é marcada pela vergonha, falta de personalidade (exagero meu), pela influência da gangue (grupo de amigos) e pela rebeldia, esta última muito influenciada por um "banda" nominada RBD (me desculpem bandas de todo o mundo). E só pra inovar um pouco, uma postura de extrema direita a respeito da adolescência, beirando o fascismo: E se não obedecer, é pau e cadeia pra todo mundo!! (E viva Karl Marx!!) ¬¬'
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