Eu sei que você já deve ter ouvido isto muitas e muitas vezes, mas hoje é minha vez de desabafar...
Confiar em Deus... das coisas mais fáceis quando recebemos bênçãos, quando Ele nos dá tudo o que queremos. Mas hoje afirmo, com experiência de quem passa por isso há tempo, o confiar só é conhecido em sua plenitude nas horas difíceis, e mais, nas horas difíceis que se prolongam, e cada vez menos se vê possibilidade da situação se resolver. São nestas horas que a obediência, que a confiança em Deus é provada.
"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação." (Habacuque 3:17-18)
Nas horas de tribulação veremos o que é confiar, o que é obedecer, o que é louvar mesmo quando nada dá certo, o que é reconhecer que ainda que o milagre não venha, Deus é o Deus da minha salvação. Reconhecer que Deus sabe o que faz, e que a minha vontade, ainda que seja a mais pura e bondosa, não será realizada em detrimento dos planos de Deus. Não existe uma relação contratual entre mim e Deus, Ele dá, eu louvo, não, isso não é amor.
"Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro? O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra." (Salmo 121:1-2)
Louvado seja o Senhor, ainda que tudo dê errado, louvado seja o Deus da minha salvação! Nos dias maus e escuros, louvado seja o Cordeiro Santo de Deus, o Deus da minha vida! O milagre pode até não vir, mas Deus ainda é o EU SOU, e sempre será!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Que Deus mude nossa história
Maldita terra da liberdade falseada! Maldita é esta terra na qual uma liberdade de expressão, de culto e de religião leva à escravidão pelo pecado; maldita é esta terra que por falta de luta não sabe o que é amor a Deus, não tem noção do peso da palavra, não dá valor à verdade. Terra de aberrações, de desobediência, de ilusões, terra onde amar a Deus não reflete nem ao menos numa mudança de vida.
Terra amaldiçoada que vê cada vez mais frequentadores de igrejas e cada vez menos mudança de vida, cada vez menos compromisso com Deus. Gradativamente, observa as massas "cristãs" (coloco entre aspas porque, porque cristianismo verdadeiro é aquele que se aparta do pecado) aumentarem, mas não vê os frutos do espírito se manifestarem, e sim, vê assolada a um aumento da barbárie.
Não se dá valor à verdade que liberta, poucos lêem a palavra de Deus (a bíblia), e também poucos a praticam. Oh terra ingrata, da parábola do semeador sois vós as sementes que caíram no meio do caminho; a verdade entra por vossos ouvidos mas não penetra em vossos corações.
Se para dar-mos valor à verdade divina, se para praticar a palavra de Deus tenhamos que ser perseguidos, que sejamos. Não faço aqui a menor apologia a regimes anti-democráticos (autocráticos), mas se algo está levando para o inferno, nesse caso a falta de compromisso decorrente de uma ampla liberdade (tamanho paradoxo), não vejo sentido em defender algo que gerará o sofrimento eterno. MATEUS 18:9 - E, se o teu olho te leva a pecar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor é entrar na vida eterna com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno.
Portanto, oh povo de Deus, convertei-vos dos seus maus caminhos, volteis a Jesus; aparta-te do mal, não faças do templo do Senhor (tua vida) também templo do pecado, sede santos, porque Ele é santo.
Por fim, gostaria de deixar claro aqui que oro sim para que nossa realidade mude, apesar de que este problema não me parece local, mas generalizado (exceção aos países em que os cristãos são perseguidos, por lá eles conhecem o valor da palavra), mas deixo bem claro que entre viver livre e em pecado, e consequentemente ir para o inferno, e ser torturado mas permanecer santo e puro para a vida eterna, faço minha opção pela segunda alternativa.
Deus abençõe você que ler este texto, se é que alguém o lerá.
Terra amaldiçoada que vê cada vez mais frequentadores de igrejas e cada vez menos mudança de vida, cada vez menos compromisso com Deus. Gradativamente, observa as massas "cristãs" (coloco entre aspas porque, porque cristianismo verdadeiro é aquele que se aparta do pecado) aumentarem, mas não vê os frutos do espírito se manifestarem, e sim, vê assolada a um aumento da barbárie.
Não se dá valor à verdade que liberta, poucos lêem a palavra de Deus (a bíblia), e também poucos a praticam. Oh terra ingrata, da parábola do semeador sois vós as sementes que caíram no meio do caminho; a verdade entra por vossos ouvidos mas não penetra em vossos corações.
Se para dar-mos valor à verdade divina, se para praticar a palavra de Deus tenhamos que ser perseguidos, que sejamos. Não faço aqui a menor apologia a regimes anti-democráticos (autocráticos), mas se algo está levando para o inferno, nesse caso a falta de compromisso decorrente de uma ampla liberdade (tamanho paradoxo), não vejo sentido em defender algo que gerará o sofrimento eterno. MATEUS 18:9 - E, se o teu olho te leva a pecar, arranca-o, e atira-o para longe de ti; melhor é entrar na vida eterna com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno.
Portanto, oh povo de Deus, convertei-vos dos seus maus caminhos, volteis a Jesus; aparta-te do mal, não faças do templo do Senhor (tua vida) também templo do pecado, sede santos, porque Ele é santo.
Por fim, gostaria de deixar claro aqui que oro sim para que nossa realidade mude, apesar de que este problema não me parece local, mas generalizado (exceção aos países em que os cristãos são perseguidos, por lá eles conhecem o valor da palavra), mas deixo bem claro que entre viver livre e em pecado, e consequentemente ir para o inferno, e ser torturado mas permanecer santo e puro para a vida eterna, faço minha opção pela segunda alternativa.
Deus abençõe você que ler este texto, se é que alguém o lerá.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Viagens ao léu
Busque ser feliz acima de tudo
Nunca deixe de sonhar
será que a vida se resume a isso?
Não acredito que seja esse o sentido de viver
um viver pra ter (a felicidade)
onde nada vale, senão o fim
Se um dia chegardes onde almejavas
e verdes que não és mais quem era,
te perdestes no meio do caminho
Voltes para te encontrar
A felicidade não vale mais que tu
O ter não vale mais que o ser
Fui criado para algo muito maior
E a minha poesia acaba sem rima.
Nunca deixe de sonhar
será que a vida se resume a isso?
Não acredito que seja esse o sentido de viver
um viver pra ter (a felicidade)
onde nada vale, senão o fim
Se um dia chegardes onde almejavas
e verdes que não és mais quem era,
te perdestes no meio do caminho
Voltes para te encontrar
A felicidade não vale mais que tu
O ter não vale mais que o ser
Fui criado para algo muito maior
E a minha poesia acaba sem rima.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Porque sou contra a política de cotas para estudantes de escolas públicas em universidades públicas
Como o precedente título já adiantou, neste texto buscarei expor os argumentos e motivos que me fazem descreditar, e até desacreditar tal política governamental.
Pragmaticamente falando, essa política funciona. E agora, grande parte dos leitores desse artigo pensará "Pombas! Então por quê criticar algo que funciona?", lembrá-los-ei que o nazismo também funcionava na Alemanha, que tirou esta do fundo do fosso no qual estava mergulhada pela crise, às custas da vida de milhares de judeus; e para não ficar apenas em um exemplo estrangeiro, lembrem-se os senhores e senhoras que o milagre econômico brasileiro ocorreu durante a ditadura militar (regime autocrático).
Retornando, pois, à especificidade do assunto proposto, analisemos-lo. É importante notar que com as cotas, as regras para ingressar numa universidade pública, o que acredito ser o escopo de todo vestibulando que se dedica, mudaram quando o processo de preparação já havia se iniciado. Alguns alegarão que o processo não foi alterado durante o seu trâmite, pois esse se iniciaria com a inscrição do vestibular, ou até com a matrícula num cursinho preparatório, não sendo portanto prejudicial a esta geração que nos últimos anos prestou o exame, mas somente àquela primeira afetada pela diferenciação das vagas oferecidas.
Seria muita hipocrisia alegar que essa política de cotas não afetou todas as gerações posteriores àquela já citada, pois a preparação não começa no ano do vestibular, pelo menos pra mim não começou; quando os pais matriculam seu filho num colégio particular, observando o sucateamento do ensino público, objetivando dar a ele um ensino de melhor qualidade, talvez tenham as mesmas condições que um pai de classe média que matricula seu filho no ensino público, objetivando economizar. No momento em que esses pais matricularam seu filho em um colégio particular começou o "jogo", a preparação para o processo seletivo, então, a "regra do jogo mudou no meio do jogo".
Outro ponto que chama bastante a atenção é que uma boa parte dos alunos que ingressam na universidade pública através das ''cotas sociais'' fez um cursinho preparatório durante o ano do vestibular (posso estar errado, mas foi isso que observei). Não me cabe aqui fazer um juízo de valor, dizer se isso é ético ou não, mas há um desvirtuamento do princípio que fundamentou tal ação estatal, ou seja, garantir que o ensino superior público fosse acessível às classes mais baixas; ora, se quem está se aproveitando dessas cotas são alunos oriundos da classe média matriculados no ensino público, com possibilidade de custear um curso preparatório (existem sim exceções, como alguém que trabalhe e custei seu curso, porém jamais as presenciei), está no momento de rever os critérios para preenchimento destas vagas preferenciais: de maneira a não prejudicar aqueles que se enquadram no preceito fundante desta política, mas de impedir que aqueles que teriam condições de concorrer em pé-de-igualdade com os não atentidos por tal ação pública sejam injustamente beneficiados.
E já me despedindo, é importante ressaltar que esta diferenciação das vagas universitárias, além de dever ser acompanhada por uma melhora nas instituições públicas de ensino fundamental e médio, deve ser temporária, deve ser conforme a prescrição estabelecida em sua lei, estatuto, ou algo semelhante no qual se baseie sua criação. Caso contrário, criaremos aquilo que tanto abominamos: uma sociedade segregada em relação ao ensino superior.
Adendo
Texto incinerado pelo autor. (brincadeira ¬¬)
Texto revisado, corrigido, aumentado e consequentemente destruído pelo autor. O supra-citado texto encontra-se acima deste adendo.
Texto revisado, corrigido, aumentado e consequentemente destruído pelo autor. O supra-citado texto encontra-se acima deste adendo.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
E aí seu Collor?
Discussão acalorada nessa semana no Senado Federal.
Protagonistas: Sen. Pedro Simon, Sen. Fernando Collor de Mello e (o assunto) Sen. José Sarney.
E aí Senador Collor, com toda a calma (mordendo os dentes) que lhe é característica desde o seu ilustre processo de impeachment, bufou ao também congressista Pedro Simon: "São palavras em relação a mim e as minhas relações políticas... que eu não aceito. E são palavras que eu quero que o senhor as engula!"
Desconsiderando os atentados ao português que omiti aqui, gostaria de brevemente ressaltar alguns pontos importantes dessa passagem:
O primeiro, que de todo o meu coração espero que o senhor não engula essas palavras, e que sempre a liberdade de expressão permeie nosso país, e muito mais o Congresso Nacional, cujos parlamentares gozam de foro privilegiado. Parece que aos parlamentares é adequado esconder os podres da "casa", e quando algum deles começa a revelá-los já se ouvem gritos exaltados - Calúnia! Isso é intriga da oposição! Vossa Excelência está inventando! (Capitão óbvio atacando aqui)
E em segundo lugar, e último também (porque eu tenho mais coisas pra fazer), ressalto como a vida política é intrigante: um então candidato à presidência que criticava calorosamente o então presidente em exercício (na correspondência respectiva: Collor e Sarney), agora se tornou um defensor do mesmo e, por consequência, dos atos secretos do Senado Federal.
Basicamente, como um sábio já dizia: Política e intelectualidade não combinam.
Protagonistas: Sen. Pedro Simon, Sen. Fernando Collor de Mello e (o assunto) Sen. José Sarney.
E aí Senador Collor, com toda a calma (mordendo os dentes) que lhe é característica desde o seu ilustre processo de impeachment, bufou ao também congressista Pedro Simon: "São palavras em relação a mim e as minhas relações políticas... que eu não aceito. E são palavras que eu quero que o senhor as engula!"
Desconsiderando os atentados ao português que omiti aqui, gostaria de brevemente ressaltar alguns pontos importantes dessa passagem:
O primeiro, que de todo o meu coração espero que o senhor não engula essas palavras, e que sempre a liberdade de expressão permeie nosso país, e muito mais o Congresso Nacional, cujos parlamentares gozam de foro privilegiado. Parece que aos parlamentares é adequado esconder os podres da "casa", e quando algum deles começa a revelá-los já se ouvem gritos exaltados - Calúnia! Isso é intriga da oposição! Vossa Excelência está inventando! (Capitão óbvio atacando aqui)
E em segundo lugar, e último também (porque eu tenho mais coisas pra fazer), ressalto como a vida política é intrigante: um então candidato à presidência que criticava calorosamente o então presidente em exercício (na correspondência respectiva: Collor e Sarney), agora se tornou um defensor do mesmo e, por consequência, dos atos secretos do Senado Federal.
Basicamente, como um sábio já dizia: Política e intelectualidade não combinam.
terça-feira, 28 de julho de 2009
O que você já não atura mais? Esse blog, quem sabe?
Muito bem crianças, vocês estão prontas?
Estamos capitão!
Eu não ouvi direito...
Estamos capitão!
OOOOOOOOOOO!!
Vive num abacaxi e mora no mar...
Bob Esponja calça quadrada!
Ele adora maré e espirra água...
Bob Esponja calça quadrada!
Se nenhuma bobagem é o que você quer...
Bob Esponja calça quadrada!
Se a bruma está forte e problemas com peixes...
Bob Esponja calça quadrada!
Pois é, tal como essa música, existem outras coisas que de tanto serem reprisadas, reprisadas e reprisadas inúmeras vezes conseguiram galgar um lugar de destaque em nossos corações: aquele lugar mais conhecido como "Eu não aguento mais". E é sobre uma dessas séries que iremos (eu e minha pobre imaginação) versar neste texto: a famosa, a fantástica, a espetacular onda "High School Musical".
Estamos capitão!
Eu não ouvi direito...
Estamos capitão!
OOOOOOOOOOO!!
Vive num abacaxi e mora no mar...
Bob Esponja calça quadrada!
Ele adora maré e espirra água...
Bob Esponja calça quadrada!
Se nenhuma bobagem é o que você quer...
Bob Esponja calça quadrada!
Se a bruma está forte e problemas com peixes...
Bob Esponja calça quadrada!
Pois é, tal como essa música, existem outras coisas que de tanto serem reprisadas, reprisadas e reprisadas inúmeras vezes conseguiram galgar um lugar de destaque em nossos corações: aquele lugar mais conhecido como "Eu não aguento mais". E é sobre uma dessas séries que iremos (eu e minha pobre imaginação) versar neste texto: a famosa, a fantástica, a espetacular onda "High School Musical".
Comecemos por um histórico da assim denominada onda. Tal manisfestação artística teve seu início na Idade da Pedra, e sim, como você já recordou, com a família Flinstones no seu maior sucesso "Viva Rock Vegas"; mais tarde, redescoberto pela Era moderna, esta técnica apurada foi incorporada ao teatro e à dança, mais especificamente no musical "Cats", de moral duvidosa. Mais atualmente, Elvis Presley se apoderou dessa rebuscada técnica em seu recente filme (1964) "Viva Las Vegas", há de se notar que aqui há, claramente, um plágio à versão já consagrada dos Flinstones; lamentável isto.
Então, voltando a se falar de High School Musical, podemos perceber que esta porcaria, melhor dizendo, produção cinematográfica não é pioneira em seu ramo, e sim o ápice de uma categoria de filmes (sem querer ofender os filmes). Deixa-se claro aqui que as opiniões emitidas aqui não refletem as opiniões dos produtores desse blog; de maneira alguma os produtores desse blog consideram High School Musical um filme.
Aliás, o que leva pessoas a dançarem e cantarem a todo momento nesse "filme"? Normalmente você sai cantando e dançando por aí quando está feliz, ou quando está triste? Na hora do almoço você começa a cantar alguma música com coreografia? Pois bem, a não ser que você seja muito estranho, acredito que ninguém de vocês (dos cinco que talvez venham a ler esse texto) faça isso, pelo menos não assiduamente.
Então, de onde os produtores desses "filmes" tiraram essa idéia de, a todo momento, todos pularem, dançarem e cantarem? Elementar meu caro Watson, essa manifestação só pode ter vindo de um luga,: de um bando de macacos, que pulam a todo momento fazendo barulhos.
E aqui surge o ponto ao qual queria chegar, o ponto crucial de meu raciocínio: essa "onda High School Musical" objetiva nos animalizar, nos perverter; e incide sobre o ponto mais frágil de nossa sociedade, a cabeça fraca da juventude do século XXI (quem é que tem cabeça fraca aqui, meu irmão? Você é que é um rebarta... retadar... redarta... ah meu, você que não sabe pensar direito).
Com muita seriedade e ênfase, peço a todos que peguem suas tochas, carreguem seus rifles e peguem seus tridentes; e juntos acabemos com essa torpe influência, exijamos a cabeça das perversas mentes idealizadoras, e livremos nossas crianças dessa atrocidade. E lembrem-se: Vai Wild Cats! Vai embora!
terça-feira, 30 de junho de 2009
Curso técnico para assaltantes
Aqui vai uma proposta para o governo federal: que tal abrir um curso profissionalizante para esses delinquentes, digo, pequenos infratores? Afinal, que mal há nisso? O Estado brasileiro já dá treinamento para aqueles policiais que integram aquelas quadrilhas, quer dizer, milícias; por que não ajudar estes pobres cidadãos que apenas querem o seu lugar no mercado de trabalho?
Uma proposta, do projeto que pretendo enviar à Câmara dos Deputados, sugere uma regulamentação dessa atividade, sem carteira assinada no momento, transformando este "emprego" ilustríssimo num emprego formal (por sinal, não sei porque coloquei emprego entre aspas, se político é um emprego... claro que não estou afirmando que todos os políticos são corruptos; existem aqueles, dois, que exercem suas atividades honestamente). Imagine como seria como seria muito mais cômodo se um ladrão tivesse um regulamento, um curso técnico.
Conseguiu imaginar? Não? Então é porque eu sou um incompetente. Então, como, presumidamente, você ainda está lendo este texto, ilustrarei a já referida situação.
Primeiramente, como o assalto ocorre hoje:
Sra. X está chegando em casa, depois de um longo dia de trabalho. Quando ela coloca o carro dentro de sua propriedade, o marginal, Sr. Y, a aborda bruscamente; gritando e com uma arma apontada para Sra. X ele ordena que ela entre calada e não grite. (ERRO nº 1).
Sra. X nervosa, mas sem reagir, continua a obedecer aos ordenamentos do misterioso Sr. Y. Ele, gritando, pergunta onde estão as jóias, o dinheiro, as coisas de valor. (ERRO nº 2) Ela diz que não possui nada de valor, pede para que ele se acalme; ele, impelido pelo medo de ser capturado pela polícia, resolve levar a televisão, o celular (com o chip), a carteira de Sra. X, e o carro (ERRO nº 3).
Sr. Y foge levando os pertences de Sra.X. No meio do caminho ele é parado pela polícia e detido.
Agora está na hora de explicitarmos os erros:
ERRO nº 1- o assaltante não atendeu sua cliente com o devido respeito. Ele esqueceu de cativar o cliente; gritando e com uma arma apontada para a cliente, ele deixou de ser educado. Como ele espera que o seu serviço seja bem quisto se ele trata mal suas vítimas, quer dizer, clientes?
ERRO nº2- Ainda sem educação nenhuma, Sr. Y começa a fazer várias perguntas para Sra. X. Quem ele pensa que é, um interrogador? Meu amigo, isso é um assalto, não um interrogatório, pegue o que procura e vá embora, sem perguntas por favor.
ERRO nº 3- Qual a razão de se levar a carteira e o celular (com o chip) da cliente? Qual é a utilidade do chip do celular? Com isso o assaltante apenas complica a situação de Sra. X, que terá que mudar de número, comprar outro celular. E qual a serventia que os documentos dela terão em suas mãos? Ah, se você assaltante pensou em passar cheques no nome de Sra. X, ou no caso do chip, em praticar o tão divulgado golpe do sequestro, você está na profissão errada, pois, assaltante é assaltante, e não estelionatário nem sequestrador. E é esta a idéia que o curso pretende retirar da mente do criminoso (aluno): a idéia de que assalto está ligado com morte, estelionato, sequestro, estupro...
Agora, como a mesma situação ocorreria, com um aluno já diplomado no curso:
Sra. X está chegando em casa, depois de um longo dia de trabalho. Quando ela coloca o carro dentro de sua propriedade, o assaltante diplomado, Sr. Y, gentilmente a aborda, já se identificando com sua carteira de trabalho; com toda a calma, e com uma arma licenciada no bolso, ele pede educadamente para que ela entre calada e não grite, pois está apenas fazendo seu trabalho.
Sra. X, como toda cidadã de bem, sem reagir, continua a acatar os pedidos do misterioso Sr. Y. Ele não pergunta onde estão as jóias, o dinheiro, as coisas de valor; mas simplesmente pega o que mais lhe chamou a atenção, sem ultrapassar a cota mensal estabelecida pelo sindicato dos assaltantes. Ela não diz que não possui nada de valor, pois não foi perguntada, e também não pede para que ele se acalme, pois ele já está calmo; ele resolve levar a televisão, o celular (sem o chip), pois não quer complicar a vida de Sra. X, apenas o dinheiro que estava na carteira de Sra. X, e o carro. No fim, ele agradece a preferência de Sra. X, e pergunta se ela foi abordada da maneira a qual ela estaria acostumada (realizando o famoso controle de qualidade).
Sr. Y vai embora levando os pertences de Sra.X. No meio do caminho ele é abordado pela polícia, mas como está fazendo apenas seu serviço, não é detido, mas apenas recebe uma multa por não ter conseguido despistar os policiais.
O curso aqui proposto visa proporcionar uma maior consideração àqueles marginais sempre discriminados, tão necessários à sociedade, mas vistos sempre pejorativamente; os assaltantes.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Bala perdida? Achada? Você vem sempre aqui?
A pedidos irei escrever sobre uma questão paradoxal: a bala perdida. Primeiramente deve-se reiterar o aspecto paradoxal desta expressão, pois, se uma bala foi perdida, como sabem que ela atingiu alguém? Pois bem, esse paradoxo intriga à mim desde que me entendo por gente, ou seja, há uns 2, 3 anos atrás (isso que é auto-estima).
Mais do que um paradoxo, essa situação intriga a todos os bons políticos competentes (hã??), pois é uma lástima que enquanto diversas quadrilhas estejam dispostas a oferecer grandes quantias de dinheiro em troca de munição, o assaltante brasileiro desperdice balas.
O criminoso (não estou falando do político!! [agora pelo menos]) brasileiro não percebe que estamos passando por uma crise mundial, além de econômica, ambiental (rimei). Com isso, desperdiça quantas balas quiser; e acredito que aí resida nosso problema, além de não haver uma fiscalização sobre a atividade criminosa (aqui abusei da ironia), se disparam tantas balas que em algum lugar elas teriam que acertar.
Vejamos então uma nova denominação para tamanho desperdício, melhor, renomeemos as balas perdidas; chamemos elas de balas achadas talvez, quem sabe? Não. Chamemos isso de falta de segurança, de governo incompetente na área da segurança, de atividade política corrupta!!
Outra vez chegamos ao mesmo ponto, um Estado brasileiro que não fornece segurança, saúde nem educação adequada; porém que sabe muito bem taxar as poupanças, aumentar os impostos, e outros... O que me mantém na espectativa de um país melhor, além da minha falta de bom senso, é a fé, a esperança, porque "eu sou brasileiro, e não desisto nunca!!" (¬¬).
Concluindo já, volto ao nosso tema principal: a bala perdida. Por que encontramos elas nos muros de escolas, paredes das casas? Quem mais nos rouba, população brasileira, veste terno e gravata, e se não aparece de 4 em 4 anos no horário eleitoral, é amigo de um desses primeiros. Se alguém é culpado, são eles; deixando bem claro aqui que não estou fazendo apologia aos criminosos (tanto políticos quanto ladrões [pesada essa]), esta não é a ênfase.
Ênfase dada no fim à justiça, que se realizará por meio dos órgãos competentes do Estado brasileiro (ingenuidade a minha, mas creio nisto mesmo). Então, por fim, lembro a vossa excelência que leu este maravilhoso (modéstia) texto, uma frase de um ilustríssimo filósofo ocidental moderno, Homer Simpson: "Se uma arma pode proteger algo importante como um bar, então já serve para proteger minha família!".
Pronto, pedido e feito. ;*
Mais do que um paradoxo, essa situação intriga a todos os bons políticos competentes (hã??), pois é uma lástima que enquanto diversas quadrilhas estejam dispostas a oferecer grandes quantias de dinheiro em troca de munição, o assaltante brasileiro desperdice balas.
O criminoso (não estou falando do político!! [agora pelo menos]) brasileiro não percebe que estamos passando por uma crise mundial, além de econômica, ambiental (rimei). Com isso, desperdiça quantas balas quiser; e acredito que aí resida nosso problema, além de não haver uma fiscalização sobre a atividade criminosa (aqui abusei da ironia), se disparam tantas balas que em algum lugar elas teriam que acertar.
Vejamos então uma nova denominação para tamanho desperdício, melhor, renomeemos as balas perdidas; chamemos elas de balas achadas talvez, quem sabe? Não. Chamemos isso de falta de segurança, de governo incompetente na área da segurança, de atividade política corrupta!!
Outra vez chegamos ao mesmo ponto, um Estado brasileiro que não fornece segurança, saúde nem educação adequada; porém que sabe muito bem taxar as poupanças, aumentar os impostos, e outros... O que me mantém na espectativa de um país melhor, além da minha falta de bom senso, é a fé, a esperança, porque "eu sou brasileiro, e não desisto nunca!!" (¬¬).
Concluindo já, volto ao nosso tema principal: a bala perdida. Por que encontramos elas nos muros de escolas, paredes das casas? Quem mais nos rouba, população brasileira, veste terno e gravata, e se não aparece de 4 em 4 anos no horário eleitoral, é amigo de um desses primeiros. Se alguém é culpado, são eles; deixando bem claro aqui que não estou fazendo apologia aos criminosos (tanto políticos quanto ladrões [pesada essa]), esta não é a ênfase.
Ênfase dada no fim à justiça, que se realizará por meio dos órgãos competentes do Estado brasileiro (ingenuidade a minha, mas creio nisto mesmo). Então, por fim, lembro a vossa excelência que leu este maravilhoso (modéstia) texto, uma frase de um ilustríssimo filósofo ocidental moderno, Homer Simpson: "Se uma arma pode proteger algo importante como um bar, então já serve para proteger minha família!".
Pronto, pedido e feito. ;*
quarta-feira, 13 de maio de 2009
A relevância da imprescindibilidade de um título
Tá, o título já expressa a minha esparsa noção sobre o assunto cujo qual escreverei (mentira). Comecemos então perguntando o porquê de se mudar o vestibular? Poxa, eu gostei tanto dele, tanto, mas tanto que eu até dediquei um ano inteiro pra ele... Olha só, achei meu assunto. Viva! Ipi, ipi, hurra!
Vestibular, o tema de outro texto já, esse que carinhosamente chamo de máquina de fazer dinheiro, é mais uma vez objeto da discussão, e outra vez o maldito senso comum impera. Por quê não há uma voz só que o defenda? Será que não estamos sendo enganados?
Eu acredito sim que estejamos sendo enganados, enquanto se desloca o foco problema da educação para o vestibular (alegando que este não atesta que o aluno aprendeu, mas que apenas decorou), se esquece a péssima educação que nosso país possui. Nosso sistema de provas do vestibular não era assim tão ruim, o que era (e ainda é) péssima é a nossa educação; na qual o aluno chega ao ensino médio sem saber escrever direito, muito menos sabe matemática, história, etc. Como se quer que esse aluno aprenda algo no ensino médio, se ele já não aprendeu nada no ensino fundamental e chegou até aqui? (pergunta retórica ¬¬)
A voz do dissenso, aqui representada por este ilustre personagem (eu), vem aqui não criticar a mudança, que a muitos beneficiará, venho aqui com o intuito de evidenciar essa política torpe, vazia, enganadora; que dá ao povo brasileiro placebos ao invés de remédios, que implementa políticas afirmativas, mas não acaba com a fonte dos problemas, a educação deficitária.
Política brasileira: um estranho modo de enganar a população, fazendo-a acreditar que algo está melhorando, mas não está.
Governo federal, tapando uma fratura exposta com um band-aid.
Vestibular, o tema de outro texto já, esse que carinhosamente chamo de máquina de fazer dinheiro, é mais uma vez objeto da discussão, e outra vez o maldito senso comum impera. Por quê não há uma voz só que o defenda? Será que não estamos sendo enganados?
Eu acredito sim que estejamos sendo enganados, enquanto se desloca o foco problema da educação para o vestibular (alegando que este não atesta que o aluno aprendeu, mas que apenas decorou), se esquece a péssima educação que nosso país possui. Nosso sistema de provas do vestibular não era assim tão ruim, o que era (e ainda é) péssima é a nossa educação; na qual o aluno chega ao ensino médio sem saber escrever direito, muito menos sabe matemática, história, etc. Como se quer que esse aluno aprenda algo no ensino médio, se ele já não aprendeu nada no ensino fundamental e chegou até aqui? (pergunta retórica ¬¬)
A voz do dissenso, aqui representada por este ilustre personagem (eu), vem aqui não criticar a mudança, que a muitos beneficiará, venho aqui com o intuito de evidenciar essa política torpe, vazia, enganadora; que dá ao povo brasileiro placebos ao invés de remédios, que implementa políticas afirmativas, mas não acaba com a fonte dos problemas, a educação deficitária.
Política brasileira: um estranho modo de enganar a população, fazendo-a acreditar que algo está melhorando, mas não está.
Governo federal, tapando uma fratura exposta com um band-aid.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Sabedoria ocidental
Olá pessoas, estão gostando do blog? Em caso de resposta negativa, aconselho apertar as teclas Ctrl+Alt+Delete ao mesmo tempo, repetindo a ação 3 vezes. Pois então, quinta-feira nebulosa esta, sem qualquer sinal do astro maior de nosso Sistema Solar, e eu aqui, escrevendo para provavelmente ninguém (ou seja, as pessoas que observam esse blog).
Hoje serei breve (por sinal já estou acabando), e só deixarei uma consideração, dita pelo nosso ilustre Homer J. Simpson: "Dirigir é somente para adultos e crianças com carteiras de motorista falsas."
Hoje serei breve (por sinal já estou acabando), e só deixarei uma consideração, dita pelo nosso ilustre Homer J. Simpson: "Dirigir é somente para adultos e crianças com carteiras de motorista falsas."
segunda-feira, 16 de março de 2009
Desculpas, remorsos e "falta de vergonha na cara" (alguns diriam falta de responsabilidade)
Primeiramente, gostaria de me desculpar com os meus fãs (haha! quanta presunção) pela tamanha irregularidade com que tenho postado aqui. Não que tenha sido por vontade minha, muito menos, eu não tenha pensado durante este mês que não postei aqui (ainda que esparsas, as atividades mentais existiram); o motivo para a minha não-postagem nesse blog tem quatro letras: UFPR.
Desculpas a parte, gostaria de falar sobre a insatisfação do Poder Judiciário mediante a condutas do Poder Executivo, mas como não entendo nada a respeito do assunto, optei por divagar sobre a adolescência. Aos engraçadões do Zorra Total que já pensaram em aborrecência, temo em adverti-los que a adolescência é tão aborrecente quanto o vosso programa.
Comecemos por definir adolescência, "Ah! Tipo assim meu, adolescência é aquela parada quanto você vai de criança pra adulto, tá ligado? É tipo uma fase, flagra?". Apesar de existirem casos em que a adolescência dure uma vida toda, famosos quarentões, normalmente essa fase é passageira. É nessa fase em que o vocabulário do indivíduo se aprimora (e também sua grosseria), um simples "Te amo mãe" se transforma em um complexo "Pô mãe, não queima meu filme", fenômeno muito comum dentre os afetados, digo, pessoas nessa faixa etária.
Finalizando já para não aborrecê-los, e também para não perder a graça, lembro-lhes que essa fase é marcada pela vergonha, falta de personalidade (exagero meu), pela influência da gangue (grupo de amigos) e pela rebeldia, esta última muito influenciada por um "banda" nominada RBD (me desculpem bandas de todo o mundo). E só pra inovar um pouco, uma postura de extrema direita a respeito da adolescência, beirando o fascismo: E se não obedecer, é pau e cadeia pra todo mundo!! (E viva Karl Marx!!) ¬¬'
Desculpas a parte, gostaria de falar sobre a insatisfação do Poder Judiciário mediante a condutas do Poder Executivo, mas como não entendo nada a respeito do assunto, optei por divagar sobre a adolescência. Aos engraçadões do Zorra Total que já pensaram em aborrecência, temo em adverti-los que a adolescência é tão aborrecente quanto o vosso programa.
Comecemos por definir adolescência, "Ah! Tipo assim meu, adolescência é aquela parada quanto você vai de criança pra adulto, tá ligado? É tipo uma fase, flagra?". Apesar de existirem casos em que a adolescência dure uma vida toda, famosos quarentões, normalmente essa fase é passageira. É nessa fase em que o vocabulário do indivíduo se aprimora (e também sua grosseria), um simples "Te amo mãe" se transforma em um complexo "Pô mãe, não queima meu filme", fenômeno muito comum dentre os afetados, digo, pessoas nessa faixa etária.
Finalizando já para não aborrecê-los, e também para não perder a graça, lembro-lhes que essa fase é marcada pela vergonha, falta de personalidade (exagero meu), pela influência da gangue (grupo de amigos) e pela rebeldia, esta última muito influenciada por um "banda" nominada RBD (me desculpem bandas de todo o mundo). E só pra inovar um pouco, uma postura de extrema direita a respeito da adolescência, beirando o fascismo: E se não obedecer, é pau e cadeia pra todo mundo!! (E viva Karl Marx!!) ¬¬'
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Sonho de uma Meia-noite de Verão
Meia-noite e meia. O garoto desocupado tenta escrever algo; sem ter outra coisa pra fazer, ele vê nisso a salvação para seu estado de tédio.
Pensa em escrever sobre personagens históricos, talvez uma releitura de algum clássico ou algo do gênero, porém seu baixo nível cultural o impede disso. Tenta produzir um artigo no qual expresse sua opinião, mas quando essa não é inexistente, é inexpressiva. Decidido a redigir algo, escolhe escrever sobre sua própria vida.
O rapaz, sem muita "intimidade" com as palavras, descreve seus últimos dias, apegando-se principalmente ao fabuloso carnaval curitibano (tão famoso quanto os produtos "Mais por menos"). E mesmo não saindo durante o feriado, ele, tal como eu, adora os dias de folga que este proporciona.
Empolgado, o rapaz escreve palavras e mais palavras. Agora, sem dificuldade, seu texto vai tomando forma, suas idéias fluem. Em sua mente, ele tem um de seus raros momentos de convicção: eu sei fazer um texto. E assim vai a noite inteira.
No dia seguinte, o garoto vai eufórico mostrar a um amigo sua "criação":
-Cara, você é burro é?! Só estou vendo cinco frases aqui! E depois tem uns bonequinhos de palito!
E assim estava mesmo. Aparentemente, junto com a dificuldade, também a sua lucidez de nosso herói havia ido embora.
Perplexo com o desfecho dessa história, restou-me apenas pedir ajuda à pessoa que sempre me apóia:
-Mãe! Mãe! O que você acha desta história aqui?
-Eu não sou sua mãe!
É melhor acabar assim mesmo...
Pensa em escrever sobre personagens históricos, talvez uma releitura de algum clássico ou algo do gênero, porém seu baixo nível cultural o impede disso. Tenta produzir um artigo no qual expresse sua opinião, mas quando essa não é inexistente, é inexpressiva. Decidido a redigir algo, escolhe escrever sobre sua própria vida.
O rapaz, sem muita "intimidade" com as palavras, descreve seus últimos dias, apegando-se principalmente ao fabuloso carnaval curitibano (tão famoso quanto os produtos "Mais por menos"). E mesmo não saindo durante o feriado, ele, tal como eu, adora os dias de folga que este proporciona.
Empolgado, o rapaz escreve palavras e mais palavras. Agora, sem dificuldade, seu texto vai tomando forma, suas idéias fluem. Em sua mente, ele tem um de seus raros momentos de convicção: eu sei fazer um texto. E assim vai a noite inteira.
No dia seguinte, o garoto vai eufórico mostrar a um amigo sua "criação":
-Cara, você é burro é?! Só estou vendo cinco frases aqui! E depois tem uns bonequinhos de palito!
E assim estava mesmo. Aparentemente, junto com a dificuldade, também a sua lucidez de nosso herói havia ido embora.
Perplexo com o desfecho dessa história, restou-me apenas pedir ajuda à pessoa que sempre me apóia:
-Mãe! Mãe! O que você acha desta história aqui?
-Eu não sou sua mãe!
É melhor acabar assim mesmo...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
In The Secret (Sonic Flood)
Putz, me deu uma vontade tremenda de postar essa música... conheci ela esses dias, antes só conhecia a versão em português dela (Eu Te Busco). Tá ai a letra:
In the secret
In the quiet place
In the stillness You are there
In the secret
In the quiet hour I wait only for You
Cause, I want to know You more
I want to know You
I want to hear Your voice
I want to know You more
I want to touch You
I want to see Your face
I want to know You more
I am reaching for the highest goal
That I might receive the prize
Pressing onward
Pushing every hindrance aside
Out of my way
Cause, I want to know You more.
In the secret
In the quiet place
In the stillness You are there
In the secret
In the quiet hour I wait only for You
Cause, I want to know You more
I want to know You
I want to hear Your voice
I want to know You more
I want to touch You
I want to see Your face
I want to know You more
I am reaching for the highest goal
That I might receive the prize
Pressing onward
Pushing every hindrance aside
Out of my way
Cause, I want to know You more.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Vestibular: apenas uma máquina de fazer dinheiro?
Então, mais uma vez esse ilustre "Zé Ninguém" que vos fala arrumou um assunto para um texto: o vestibular. Este instrumento de tortura, tão antigo quanto Hebe Camargo, leva todo ano milhares de estudantes à loucura (seja devido à dedicação aos estudos, ou à inexistência da mesma em alguns seres).
Observando esse tal de vestibular, procurei encontrar nele alguma lógica, mesmo não acreditando em meu potencial. Esta incrível máquina de fazer dinheiro, vulgo "processo seletivo", tem sim um nobre objetivo: sustentar as miseráveis famílias dos donos de cursinhos, estas que inúmeras vezes passam necessidades básicas (um carro importado, ou um celular novo por exemplo).
Outra coisa que intrigava esta mente atormentada era: qual seria a origem dessa prática abominável? Pensei, pensei e pensei... até que me cansei e inventei uma história que me convenceu; cá está ela:
"O vestibular teve suas origens na Roma antiga, mais precisamente na revolta de Spartacus, na qual os donos de cursinho revoltaram-se contra a revogação da obrigatoriedade do curso técnico para os escravos." Claro que os cursos preparatórios se modernizaram, mas o vestibulando ainda é tratado como escravo, ou seja, não tem direito a nada, nem mesmo à diversão.
Mais uma vez creio não ter esclarecido nada, muito menos ter apresentado minha opinião (se é que ela existe). Se assim prossegui, não excedi minhas expectativas. Caso o contrário tiver ocorrido, aconselho a procurar um psicólogo.
Observando esse tal de vestibular, procurei encontrar nele alguma lógica, mesmo não acreditando em meu potencial. Esta incrível máquina de fazer dinheiro, vulgo "processo seletivo", tem sim um nobre objetivo: sustentar as miseráveis famílias dos donos de cursinhos, estas que inúmeras vezes passam necessidades básicas (um carro importado, ou um celular novo por exemplo).
Outra coisa que intrigava esta mente atormentada era: qual seria a origem dessa prática abominável? Pensei, pensei e pensei... até que me cansei e inventei uma história que me convenceu; cá está ela:
"O vestibular teve suas origens na Roma antiga, mais precisamente na revolta de Spartacus, na qual os donos de cursinho revoltaram-se contra a revogação da obrigatoriedade do curso técnico para os escravos." Claro que os cursos preparatórios se modernizaram, mas o vestibulando ainda é tratado como escravo, ou seja, não tem direito a nada, nem mesmo à diversão.
Mais uma vez creio não ter esclarecido nada, muito menos ter apresentado minha opinião (se é que ela existe). Se assim prossegui, não excedi minhas expectativas. Caso o contrário tiver ocorrido, aconselho a procurar um psicólogo.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Dúvidas... sim, eu estou sóbrio!
Dez e meia da noite, sem ter o que fazer (e tchau para o horário de verão). Ah! Já sei, vou ver televisão. Ligo a mesma, coloco no canal 12, e adivinhem o que está passando? Eu sei, eu sei... o BBB 9.
Mais do que decepcionado com o fato, começo a escrever este artigo. Por que será que depois de nove edições do mesmo "reality show", com poucas mudanças a cada ano, este programa ainda faz sucesso? Há alguns anos, outro programa do mesmo gênero fazia sucesso, o famoso "No Limite", mas esse não passou da 3ª edição, acredito eu. O que o Big Brother tem que os outros não tem?
Tamanho sucesso será oriundo das baixarias ocorridas no decorrer do programa? Do apelo sexual? Das bebedeiras promovidas durante as festas?
Verdadeiramente, não sei o porquê (e já tinha convicção disso desde o início). Só sei que, fazendo uma paródia a algum pensador (o qual não faço ideia de quem seja, e muito menos questão de saber), o BBB é o ópio da massa brasileira.
Mais do que decepcionado com o fato, começo a escrever este artigo. Por que será que depois de nove edições do mesmo "reality show", com poucas mudanças a cada ano, este programa ainda faz sucesso? Há alguns anos, outro programa do mesmo gênero fazia sucesso, o famoso "No Limite", mas esse não passou da 3ª edição, acredito eu. O que o Big Brother tem que os outros não tem?
Tamanho sucesso será oriundo das baixarias ocorridas no decorrer do programa? Do apelo sexual? Das bebedeiras promovidas durante as festas?
Verdadeiramente, não sei o porquê (e já tinha convicção disso desde o início). Só sei que, fazendo uma paródia a algum pensador (o qual não faço ideia de quem seja, e muito menos questão de saber), o BBB é o ópio da massa brasileira.
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