A pedidos irei escrever sobre uma questão paradoxal: a bala perdida. Primeiramente deve-se reiterar o aspecto paradoxal desta expressão, pois, se uma bala foi perdida, como sabem que ela atingiu alguém? Pois bem, esse paradoxo intriga à mim desde que me entendo por gente, ou seja, há uns 2, 3 anos atrás (isso que é auto-estima).
Mais do que um paradoxo, essa situação intriga a todos os bons políticos competentes (hã??), pois é uma lástima que enquanto diversas quadrilhas estejam dispostas a oferecer grandes quantias de dinheiro em troca de munição, o assaltante brasileiro desperdice balas.
O criminoso (não estou falando do político!! [agora pelo menos]) brasileiro não percebe que estamos passando por uma crise mundial, além de econômica, ambiental (rimei). Com isso, desperdiça quantas balas quiser; e acredito que aí resida nosso problema, além de não haver uma fiscalização sobre a atividade criminosa (aqui abusei da ironia), se disparam tantas balas que em algum lugar elas teriam que acertar.
Vejamos então uma nova denominação para tamanho desperdício, melhor, renomeemos as balas perdidas; chamemos elas de balas achadas talvez, quem sabe? Não. Chamemos isso de falta de segurança, de governo incompetente na área da segurança, de atividade política corrupta!!
Outra vez chegamos ao mesmo ponto, um Estado brasileiro que não fornece segurança, saúde nem educação adequada; porém que sabe muito bem taxar as poupanças, aumentar os impostos, e outros... O que me mantém na espectativa de um país melhor, além da minha falta de bom senso, é a fé, a esperança, porque "eu sou brasileiro, e não desisto nunca!!" (¬¬).
Concluindo já, volto ao nosso tema principal: a bala perdida. Por que encontramos elas nos muros de escolas, paredes das casas? Quem mais nos rouba, população brasileira, veste terno e gravata, e se não aparece de 4 em 4 anos no horário eleitoral, é amigo de um desses primeiros. Se alguém é culpado, são eles; deixando bem claro aqui que não estou fazendo apologia aos criminosos (tanto políticos quanto ladrões [pesada essa]), esta não é a ênfase.
Ênfase dada no fim à justiça, que se realizará por meio dos órgãos competentes do Estado brasileiro (ingenuidade a minha, mas creio nisto mesmo). Então, por fim, lembro a vossa excelência que leu este maravilhoso (modéstia) texto, uma frase de um ilustríssimo filósofo ocidental moderno, Homer Simpson: "Se uma arma pode proteger algo importante como um bar, então já serve para proteger minha família!".
Pronto, pedido e feito. ;*
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário